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Em setembro, o Rio celebra a música barroca com diferentes programações. A Sala Cecília Meireles promove o “Ciclo Bach”, na Igreja de N. Sra do Carmo da Lapa, com a íntegra dos “Concertos de Brandemburgo”, “A arte da fuga” e a integral das obras para flauta e cravo. Figura onipresente este mês, Bach será homenageado também pela na Cia. Bachiana Brasileira, em concerto na Academia Brasileira de Letras. Na Série “Música nas Igrejas”, o ciclo “Primavera Barroca” apresenta nove eventos, com destaque para o “Stabat Mater”, de Pergolesi. Destaque também para apresentações do Theatre of Early Music e do contratenor canadense Daniel Taylor, que participa de concerto com a orquestra americana barroca Musica Angelica.
Um dos pontos altos da temporada que celebra os setenta anos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) promete ser o espetáculo “Revisitando Stravinsky”, montagem da compositora e diretora Jocy de Oliveira. O concerto reúne obras do russo e de Jocy e conta com projeções de vídeos que remontam encontros entre os dois, na década de 1960, com base em lembranças e cartas.
Em setembro, também são destaques o maestro indiano Zubin Mehta, que volta ao Rio para concerto com a Orquestra Filarmônica de Munique, e a Orquestra Petrobras Sinfônica, que recebe o pianista Ricardo Castro para celebrar o bicentenário de nascimento de Chopin. No fim do mês, o Theatro Municipal apresenta a ópera “Romeu e Julieta”, de Gounod, com regência de Silvio Viegas e direção cênica de Carla Camurati.
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